Já constelei e agora? Constelação Familiar – Constelação Familiar Sistêmica

Já constelei e agora? Constelação Familiar

Por vezes banalizamos a etapa “tomar pai e mãe”.

Muitos concluem que já “constelaram” isso e, então, não focam mais sua atenção aí.

Esse pode ser um equivoco que nos custará algo mais adiante.

Se “tomar pai e mãe” for algum tipo de etapa a se vencer, eu diria que é a etapa mais básica e também a mais eterna.

É básica porque é estrutural e é eterna porque não se conclui tal etapa, vive-se day by day.


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Sobre essa etapa não se triunfa nunca, harmoniza-se com ela. Essa é a vitória (sempre provisória).

Cuidado para que não caia. Cuidado para que não caia. Esse é o aviso que retumba e nos recorda da importância de se vigiar a todo tempo.

Guarda ai. Tomar pai e mãe é tomar a vida, as pessoas e as situações mais complicadas com a seguinte frase-postura: eu tomo esse evento doloroso com alegria e gentileza, eu tomo essa pessoa diferente com alegria e gentileza, eu tomo os obstáculos mais chatos sem reservas, com alegria e gentileza.

Tomo tudo que me chega (sem querer colar, nem ajeitar, nem consertar); lido com tudo que cruza meu caminho com alegria e gentileza, pois tudo é a vida e eu a tomo na sua totalidade.

Fácil? Claro que não. Por isso eu chamo “tomar pai e mãe” de a etapa-eterna.

Mãos à obra, alma em obras. Sempre.


Isabela Couto | Atendimento Online com Bonecos baseado na Constelação Familiar de Bert Hellinger

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