Campos Morfogenéticos – Constelação Familiar Sistêmica

Campos Morfogenéticos

Um campo de força e informação


A teoria dos Campos Morfogenéticos existe para suprir uma lacuna na biologia.

Como os organismos ganham a forma que têm?

Membranas, pés, dentes, gengivas, ossos.

Como esses tecidos ”sabem” o que precisam ser e como se organizar?

Como uma gengiva sabe que precisa ser gengiva?


A sabedoria natural


Ainda outras perguntas podem ser feitas nesse sentido.

Por exemplo, como as tartaruguinhas que acabaram de sair do seu ovo sabem para onde devem correr?

Como aquele bando de pássaros fazem lindos movimentos mega organizados no ar sem trombarem uns nos outros?

Que tipo de comunicação há alí?

Onde os organismos vivos buscam essas informações?

Como acessam isso?

Onde fazem essa consulta e pra quê?





Somos um pacote de dados, de informação


Só para fins didáticos podemos dizer que há uma espécie de google-clã enorme em nossas entranhas físicas e sutis.

Ele é invisível, subjacente, lotado de informação.

As nossas sociedades chamam esse ”Google” de várias nomes: vida, natureza, Deus, Shiva, potência cósmica, força oculta, espírito santo, energia criadora, elã vital e por aí vamos.


A natureza veio antes da ciência


Fato é que algo ainda desconhecido nos organiza, nos antecede.

Com isso eu quero dizer que nós não nos autogeramos.

Naquela divisão celular que culmina em você, em mim, em todos nós, aí não temos nenhuma participação, nenhum controle.

É natural, é natureza.

E ninguém explicou esse modus operandi ainda – nem mesmo a ciência, apesar de grandes avanços sempre.


Os campos mórficos nas Constelações Familiares


Essa teoria dos Campos Mórficos significa muito para a abordagem Sistêmica das Constelações Familiares.

A partir disso, as perguntas que poderíamos nos colocar seriam mais ou menos estas:

  • Por quê aquele organismo que chamamos de cliente se comporta como comporta?
  • Influenciado por que tipo de informação ele atua em seu mundo?
  • Como é o campo onde esse cliente foi forjado?
No atendimento ao cliente, o facilitador acessa exatamente essas notícias ancestrais.

Esse acesso é feito mediante o que chamamos de percepção e essas percepções são coletadas em boa medida através do nosso corpo (seja do facilitador ou do representante, dependendo do caso).

Nesse artigo aqui explico um pouco mais sobre esse assunto.


Sistema


A consulta com nosso cliente sempre é ampla.

Ele é olhado dentro de um espectro muito mais largo e não apenas no âmbito individual.

Examinamos o grupo familiar e sua biografia ancestral.


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Duas memórias


Você já parou para pensar que pode co-habitar em você uma gaveta de memórias-individuais e outra gaveta bem grande de memórias-ancestrais?


Memórias-individuais

As memórias-individuais nos são mais acessíveis e estão mais sob nosso controle (se forem as memórias mais recentes ou aquelas que muito nos interessam, claro). 

Memórias-individuais muito traumáticas podem, contudo, desaparecerem de nossas lembranças por serem um poço-fundo de dor e sofrimento.

Como, por exemplo, o menino de 18 anos que, ao volante, provoca um acidente onde a mãe e o irmão morrem.

Esse rapaz não se lembra que estava dirigindo o carro, pois a dor é muita e ele precisa se defender esquecendo-se.


Memórias-ancestrais


Agora vamos ampliar nossos pensamentos e conceitos.E se há mesmo uma memória de clã?

E se tudo o que fora vivido por nossa ancestralidade estiver armazenado em algum canto de nosso psiquismo, ou de nossa alma – como queiram?

E se o que foi dolorido demais para um tio-avô ou para uma bisavó ainda estiver atuando na sua descendência de forma velada e escondida como no caso do rapaz de 18 anos?

Talvez, por defesa, não nos recordamos de tudo.

Talvez, por lealdade, por amor.

Já pensou nessas possibilidades?

Não é grandioso?


A boa notícia


Se isso é uma realidade, ela tem consequências de magnitude expressiva.

E há uma boa notícia em meio a tudo isso também.

A memória tem também uma função construtiva.

É através dela que aprendemos e nos desenvolvemos.

Somos capazes de erigir prédios, ir à lua, fundar cidades, socializar, estudar, ler livros, escrever livros, assistir a um filme, amarrar nossos sapatos conforme a mãe nos ensinou, descascar a mexerica como o tio fazia e lembrar ternamente da avó que já se foi, tudo por conta e gosto da memória.


O sucesso


Ou seja, nosso sucesso também tem a ver com as memórias e não só o que nos traz dor e sofrimento.

Certamente algumas habilidades que, por exemplo, ”apareceram” em minha personalidade como forte tendência não são só minhas e sim de todo o meu povo ancestral.

Lembro-me quando comecei a fazer vídeos no youtube e escrever meus textos.

Sabe o que mais ouvia e ainda ouço?

Como você é didática, Isabela!


O poder do mórfico

Olhando pra trás e contemplando o meu campo mórfico o que vem à tona?Professores, advogados, comerciantes. Esse é o perfil da minha ancestralidade.

Didática, oratória e marketing digital.
Esse é o ”meu” perfil.

A gengiva sabe que tem que ser gengiva, e a Isabela sabe que tem que ser Isabela.

De alguma forma esse saber é transmitido.


E os defeitos mórficos?


Sim. Eles existem também.

Prefiro chamá-los de limites e abraçá-los ao invés de praguejar.

Isso tem sido um grande aprendizado que a Constelação Familiar está me oferecendo.

Os ”nãos” existem. Nem tudo será como eu gostaria que fosse

Mas, lidar com esses vazios e impossibilidades é algo libertador, também.

Tomo meu grupo assim como ele é.


O primórdio é primordial


Haverá sempre gengivas mais rosadas, e outras menos.

Mas haverá sempre uma gengiva-primordial instalada na boca do sujeito.

Haverá sempre muitas Isabelas possíveis, mas todas advindas daquela elementar e rudimentar.

Haverá abundantes Marias realizáveis, mas sempre uma Maria-matricial de onde tantas outras poderão despontar.

Haverá inúmeros Jorges prováveis, mas sempre um Jorge-alfa de onde incontáveis poderão amanhecer.

E assim por diante.

Não é fatalidade, mas é destinoE isso pode tanto assustar quanto imprimir força


E o seu campo?


O que você pode avistar quando contempla o que plantaram para você.

Tenha coragem de olhar calmamente o excesso e a falta, o bom e o ruim, o choro e o riso.

Tudo é riqueza, tudo pode servir de aprendizado.

 

Sem lamúrias

Não vale cair na reclamação e dizer que não há nada em seu campo, ein?

Esse tipo de postura já não combina com você que está buscando uma vida próspera e plena.

Sei que sempre há uma terra mais difícil de arar do que outras.

A clínica me mostra isso claramente.

Mas o segredo do bom agricultor passa pelo reconhecimento desses limites também.



Reconhecimento do terreno


Nasci no deserto ou na floresta Amazônica?

Nasci onde o sol racha o tempo todo ou nasci na beirada da cachoeira?

Reconhecer seu povo, sua terra, seu campo, sua morfoalma, suas possibilidades tal qual elas se apresentam a você, pode lhe render vitórias espetaculares.

Experimenta!

Isabela Couto | Psicanalista | Constelação Famiiar | Atendimento Online com Bonecos e Cursos



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